El trabajo educativo en las escuelas del campo de Brasil enfocadas en Agroecología
Contenido principal del artículo
Resumen
El artículo se suma a la reciente discusión sobre la relación entre Agroecología y educación en el contexto de las escuelas del campo brasileñas. Discute la organización del trabajo pedagógico en la Educación del campo y la importancia de la Agroecología en la Educación Básica. Como procedimiento metodológico se realizó una investigación documental y bibliográfica, que consideró autores y obras que son referentes y han promovido el debate agroecológico en la educación. Sistematiza aportes para potenciar la presencia pedagógica de la Agroecología en las escuelas del campo a través de tres acciones: la construcción del inventario de la realidad como instrumento que posibilita la recolección de datos y el reconocimiento del entorno escolar; la delimitación de los objetivos formativos que orientan la acción educativa; y el desarrollo de experiencias de Trabajo Socialmente Necesario, en su dimensión pedagógica en la relación con las comunidades. Los resultados indican el potencial formativo de estas acciones como estrategias para promover la transición pedagógica de las escuelas del campo, hacia la transición agroecológica y avanzar en el fortalecimiento de la relación escuela y vida.
Descargas
Detalles del artículo

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
La cesión de derechos no exclusivos implica también la autorización por parte de los autores para que el trabajo sea alojado en los repositorios institucionales UNLP (Sedici y Memoria Académica) y difundido a través de las bases de datos que los editores consideren apropiadas para su indización, con miras a incrementar la visibilidad de la revista y sus autores.
Citas
Brasil. (2002). Ministério da Educação (MEC). Conselho Nacional de Educação (CNE). Resolução CNE/CEB nº 1, de 3 de abril de 2002: Institui diretrizes operacionais para a educação básica nas escolas do campo. Diário Oficial da União.
Caldart, R. (2011). A Educação do Campo e a perspectiva de transformação da forma escolar. En A. Munarim, S. Beltrame, S. Conde y Z. Peixer (Orgs.). Educação do Campo: reflexões e perspectivas (pp. 145-187). Insular.
Caldart, R. (2012). Educação do Campo. En R. Caldart, I. B. Pereira, P. Alentejano & G. Frigotto(Orgs.),Dicionário da Educação do Campo (pp. 257-265). Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio; Expressão Popular.
Caldart, R. (2015). Escolas do Campo e Agroecologia: uma agenda de trabalho com a vida e pela vida! Recuperado de https://www5.unioeste.br/portalunioeste/arq/files/GEFHEMP/01_-_Escolas_do_Campo_e_Agroecologia.pdf
Caldart, R. (2017). Trabalho, agroecologia e educação politécnica nas escolas do campo. En R. Caldart. (Org),Caminhos para transformação da escola 4: Trabalho, agroecologia e estudo nas escolas do campo (pp. 115-160). Expressão Popular.
Caldart, R., Cerioli, R. P, Daros, D., de Freitas, L. C., Hadich, C., Kolling, E. J., Martins, A. Silva, N., Sapelli, M.& Tardin, J. M. (2016). Inventário da realidade: guia metodológico para uso nas escolas do campo.
Farias, M., Finatto, R. y Leite, V. (Orgs.). (2022). Inventário da Realidade e Cartografia Social – Possibilidades metodológicas nas escolas do campo. Apprehendere. DOI: https://doi.org/10.55820/978.65.88217.46.7
Freitas, L. (2002). Crítica da Organização do Trabalho Pedagógico e da Didática. (5ª ed.). Papirus.
Freitas, L., Sapelli, M. y Caldart, R. (2013). Plano de Estudos – Colégio Estadual do Campo Iraci Salete Strozak / Escola Itinerante do Paraná.
Gaia, M. y Alves, M. (2021). Transição Agroecológica. En A. Dias, A. Stauffer, L. Moura y M. Vargas (Orgs.),Dicionário de Educação e Agroecologia (pp. 771-776). Expressão Popular.
Holliday, O. (2013). Para sistematizar experiências: prática e teoria para outros mundos possíveis. Contag.
Leite, V. de J. (2018). A categoria pedagógica do Trabalho Socialmente Necessário nas Escolas Itinerantes do MST Paraná. Revista Trabalho, política e Sociedade, 3(4), 19-46. DOI: https://doi.org/10.29404/rtps-v3i4.3628
Marconi, M. y Lakatos, E. (2004). Metodología científica (4ª ed.). Atlas.
Molina, M. y Jesus, S. (Orgs.). (2005). Por uma educação do Campo: contribuições para a construção de um projeto de Educação do Campo (2ª ed.). (Coleção Por uma Educação do Campo, 5).
MST (1990). “Nossa luta é nossa escola: a educação das crianças nos acampamentos e assentamentos”, en:
Ritter, J., Grein, M. y Solda, M. (2015). A questão do trabalho na Escola Itinerante. In M. Sapelli, L. Freitas y R. Caldart (Orgs.),Caminhos para transformação da escola. Expressão Popular.
Sapelli, M., Freitas, L. y Caldart, R. (Orgs.). (2015). Caminhos para transformação da escola 3. Expressão Popular.
Saviani, D. (2003). Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações (8ª ed.). Autores Associados.
Shulgin, V. (2013). Rumo ao politecnismo. Expressão Popular.
Silva, J. (2024). Agroecologia nas escolas do campo: subsídios para a formação de educadores/as do campo. [Proposta de Pesquisa de Pós-Doutorado em Educação,Universidade Estadual do Centro Oeste – Unicentro].
Sousa, R., Cruz, C., Zaquini, P. y Cerri, D. (2021). Educação em Agroecologia. In A. Dias, A. Stauffer, L. Moura y M. Vargas (Orgs.),Dicionário de Educação e Agroecologia (pp. 361-367). Expressão Popular.
Stauffer, A., Ribeiro, D., Tiepolo, E. y Vargas, M. (2021). Educação Básica e Agroecologia. In A. Dias, A. Stauffer, L. Moura y M. Vargas (Orgs.),Dicionário de Educação e Agroecologia (pp. 348-354). Expressão Popular.
Von Onçai, S., Dalmagro, S., Oliveira, D. y Silva, Z. (2015). Reflexões sobre os objetivos da educação na Escola Itinerante. In M. Sapelli, L. Freitas y Caldart, R. (Orgs.),Caminhos para transformação da escola 3. Expressão Popular.